EM MANUTENÇÃO

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Mais Filme.

Bem... estão aqui alguns links do filme.
Se alguém souber como o conseguir, agradecíamos. Mas tem de estar legendado pelo menos em Inglês...
http://www.youtube.com/watch?v=0gI_rqO9HgE&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=BmjC_7a4aG4&feature=related

Swingers - The Movie.

video
Voltámos... Após um pequeno interregno.
Durante este tempo em que não escrevemos no blog, dedicá-mo-nos a fazer umas pesquisas, e enquanto dávamos umas voltas por este interminável mundo que é a web, demos com o site deste filme, que nos chamou a atenção. Estamos fartos de procurar, pois gostávamos de o adquirir, mas ao que parece está esgotado. Que pena....
O filme é Holandês e que parece ser interessante... isso parece.
Ainda encontrámos uns no ebay, mas ao que nos pareceu não estavam legendados... pelo menos em Inglês... É que em Holandês não dá mesmo para apanhar nada...
Vou tentar meter aqui mais algumas imagens do filme em posts seguintes... se conseguir. :-)

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Porto-Seguro, Parte II

Diana deitou a cabeça para trás, desfrutando do toque da tua lingua no seu corpo: -Então não pares.- Disse-te, ao mesmo tempo que voltou a guiar-te em direcção dos seus seios redondos.
Nós olhámos um para o outro, sorrindo.
- Isto é lindo.- Disse eu para o Carlos. Ele concordou, enquanto enchia de novo os nossos copos, e ficámos ali a apreciar aqueles dois corpos a acariciarem-se mutuamente, numa dança plena sensualidade e partilha de prazer.
- E que tal se nos juntássemos a elas?- Solicitou Carlos, esvaziando o seu copo de uma vez. Eu acenei concordando, mas demorei alguns instantes, de modo a poder apreciar agora a partilha em forma de trio.
Ele chegou perto de Diana e beijou-a, enquanto Tu lhe beijavas os seios. Apercebendos-te da chegada de Carlos, Tu unis-te-te a eles entrelaçando as vossas linguas num beijo a três. Foi depois a vez de Diana vos deixar unidos naquele beijo, e pegando nos Teus seios juntos entre as suas mãos, lambeu-os gulosamente, passando a sua lingua em volta dos mamilos enrijecidos pela excitação que Te percorria o corpo.
Eu aproximei-me de vocês, e peguei em Ti por trás, fazendo as minhas mãos percorrerem as Tuas ancas, a Tua cintura, e dirigirem-se para os Teus seios que agarrei com força, apertando-os entre os meus dedos. Nesta altura já Diana percorria a Tua barriga com a sua lingua, explorando o Teu umbigo, a Tua cintura, numa descida progressiva e lenta. Ao mesmo tempo as suas mãos puxavam a Tua saia curta para baixo, deixando as Tuas nádegas desnudas na minha frente. Para si abria-se agora uma nova frente a explorar, e a sua lingua não perdeu tempo, percorrendo a linha da cueca de ambos os lados, e descendo até às coxas. Tu fazias movimentos descontrolados, empurrando o Teu rabo contra o meu sexo já rijo e enclausurado pelos calções, ou rebolando as ancas para a frente na direcção da boca de Diana, ao mesmo tempo que deitavas a cabeça para trás, oferecendo-me o Teu pescoço que eu beijava carinhosamente. Carlos perdia-se nos Teus seios quando eu senti que me puxavam os calções para baixo, libertando o meu sexo daquela prisão, e a mão de Diana envolveu-o delicadamente, guiando-o para o calor da sua boca, onde desapareceu por completo.
Carlos por sua vez já tinha baixado a Tua tanguinha, e lambia gulosamente o Teu sexo, o que fazia com que Tu encostasses a Tua cabeça em mim, desfrutando das sensações que a lingua dele Te provocavam. Eu beijei-Te enquanto Te apertava os seios com uma mão e com a outra segurava a cabeça de Diana que estava entretida a chupar o meu sexo.
Diana levantou-se, beijou-me a mim e depois a Ti, e ficaram a acariciar-se mutuamente, enquanto eu desci pelo seu corpo, passando pelos seus seios, mordendo os mamilos espetados, passando pela barriga e afundando-me no meio das suas pernas, naquele recanto delicioso do seu corpo feminino, envolvento o seu clitóris com a minha lingua, ao mesmo tempo que um dedo se ia perdendo no seu interior. Vocês gemiam baixinho, e entrelaçando as vossas linguas num beijo molhado. As vossas mãos percorriam os corpos uma da outra, enquanto nós degustávamos os sucos dos vossos corpos.
Os Teus gemidos começaram a tornar-se mais descontrolados, e eu percebi que já não demoravas a vires-te, e metendo dois dedos no sexo de Diana, aumentei o ritmo dos movimentos, enquanto chupava e lambia o seu clitóris. Senti o seu corpo a vibrar, enquanto apertava as suas coxas, explodindo também ela num orgasmo ao mesmo tempo que Tu.
Vocês colocaram-se então de quatro, viradas de frente uma para a outra, e nós penetrámo-las. Eu via a Tua cara de prazer a receber o sexo de Carlos dentro de Ti. Tu olhavas-me nos olhos enquanto enquanto eu me afundava em Diana, e ficámos ali ligados um ao outro pelo gosto inexplicável de partilhar momentos únicos, naquela praia deserta, naquele lugar mágico...
Vendo-te a rebolar no sexo de Carlos, enquanto as suas estocadas provocavam em ti movimentos ritmados, comecei a aumentar a intensidade dos meus impulsos, e também Diana começou a empurrar o seu corpo contra o meu, fazendo-me penetrar nas suas profundezas, e pouco depois atingiamos o tão desejado Climax. Eu retirei o meu sexo de dentro dela num movimento brusco, e vim-me nas suas nádegas enquanto via o Carlos também aumentar o ritmo das suas estocadas de encontro ao teu corpo que se contorcia em mais um orgasmo intenso, e também ele se veio em grandes jorros de esperma pelas tuas costas e nádegas, que Diana se encarregou de limpar om a sua lingua, enquanto te massajava ao de leve o clitóris com a mão e tu ias gozando os ultimos espasmos provocados pelo seu toque.
Deixámo-nos ficar deitados na areia, recuperando e gozando o momento. Devido ao suor dos nossos corpos a areia alojou-se em nós e decidimos tomar um banho naquela água aquecida pelo calor do sol trópical, completamente nus, e eu abracei-te com intensidade, sentindo os teus seios espalmarem-se no meu peito. Sentindo o teu corpo molhado no meu. És minha. E eu sou teu.


Mar (a partilhar)

Foto-montagem. Paisagens retiradas da Net

sábado, 1 de setembro de 2007

Porto-Seguro, Parte I

Foram as tão almejadas férias, naquele que é o país de sonho de grande parte dos portugueses. Após vários anos de sonhos, chegou finalmente a hora de conhecer novas latitudes, conhecer paisagens até aqui só sonhadas. Claro que a toda a ansiedade de novos conhecimentos, juntava-se também o medo do desconhecido, o medo de tantas histórias ouvidas, daí que tivesse pesado na escolha um local mais sossegado, e onde os índices de criminalidade fossem mais "simpáticos". Claro que gostaríamos de conhecer também o cosmopolita Rio, mas os índices de insegurança desaconselharam. A escolha recaiu então pela Baía, mais precisamente Porto-Seguro.
O local é deveras paradisíaco, com todo aquele ambiente que nos envolve e convida à descontracção , e a uma total paz de espírito. Claro está que nestas alturas também os níveis de testosterona estão ao rubro. Não só pelas "paisagens naturais" que teimavam em circular com as suas reduzidas indumentarias, como também a minha linda mulherzinha fez tudo para que eu não me esquecesse que aquelas férias eram para aproveitar ao máximo, a todos os níveis...
Depois de várias cenas de sexo extasiante, ela teimava em me desafiar, procurando sempre em que em qualquer situação eu ficasse boquiaberto, e o meu pau (e o meu coração) quase explodissem.
Numa das noites resolvemos ir jantar, e a minha querida Terra não fez a coisa por menos. Ela estava verdadeiramente vestida para matar. Um top de alcinhas minusculas, que lhe evidenciava os peitos bem definidos pelo rego que os separava. A sua barriguinha estava descoberta, deixando ver aquele umbigo lindo, que eu tanto gosto de lamber. E por fim, e não menos importante, uma saia curta de um tecido muito fino, que lhe caía pelo rabo evidenciando aquelas nádegas redondinhas onde era perceptível a linha desenhada por uma pequena tanguinha que as separava em dois montes deliciosamente apetecíveis. Estávamos a tomar um aperitivo (aquelas caipirinhas são uma delicia), ao som de uma musica cheia de ritmo, como só aquela gente sabe tocar, e a minha linda bamboleava-se deliciosamente ao som dela. Começámos a brincar, a apreciar os casais que entravam, tecendo alguns comentários sobre aqueles que nos agradavam, e se seriam também swingers ou não... No meio disto tudo, reparámos que um dos casais também nos olhava com alguma insistência, o que obviamente nos causou alguma excitação. Imaginámos que estariam ali uns potenciais "amigos" dada a forma como olhavam para nós.
Num dos cruzares de olhares, reparámos que ele nos cumprimentava, levantando o copo como que a brindar. Eu levantei o meu copo, e retribuí com um aceno. A Terra também, e juntou-lhe um sorriso. A parte feminina do outro casal também retribuiu com o mesmo gesto, e com um lindo sorriso.
Foi o suficiente para que houvesse um maior à vontade nos nossos olhares, trocados com alguma cumplicidade, e pouco depois ele levantou-se dirigindo-se a nós, e perguntou-nos se poderiam juntar-se a nós, uma vez que também eles estavam sozinhos de férias ali, e era sempre bom conhecer pessoas e fazer novas amizades.
Concordámos, e eles sentaram-se connosco. Apresentá-mo-nos. Ele Carlos e ela Diana. Eram um casal agradável, e após alguns momentos, já a conversa fluía alegremente entre nós.
Convidá-mo-los para nos acompanhar no jantar, ao que eles concordaram.
O jantar foi muito agradável, e as conversas foram ficando mais descontraídas, à medida que os copos iam sendo despejados. Os temas começaram a ser mais quentes, e no meio de alguns elogios de parte a parte, surgiam alguns toques furtivos, principalmente entre elas, que estavam sentadas lado a lado.
Depois de terminado o jantar fomos dar um passeio pelo resort, e fomos a um bar onde ao ritmo da musica várias pessoas dançavam. Elas entraram no ritmo, e enquanto nós fomos buscar uma bebida, elas dançavam de frente uma para a outra,com movimentos sensuais, e eu já notava que a Terra roçava o seu corpo no de Diana, e que esta correspondia. Comentei para o Carlos que aquela era uma imagem linda, ver duas mulheres gostosas em movimentos libidinosos ao som da musica. Ele concordou, com um sorriso maroto.
Entregámos os copos a elas e também nós começámos a dançar. Enquanto dançávamos íamos trocando de parceiro. Eu agarrei a Diana pela cintura, e tentámos sambar, mas decididamente não tenho jeitinho nenhum. O Carlos agarrou a Terra e dizendo-me que era assim que se fazia, iniciou uma sessão de samba, rebolando ao som da musica, e claro, os seus corpos roçavam-se naquela dança sensual, como tudo o que os brasileiros fazem. A Terra olhou para mim com um ar malandro enquanto eu "tentava" imitar os movimentos, mas que era o suficiente para sentir aquele corpo transpirado de Diana, a rebolar no meu, enquanto eu a agarrava pela sua cintura fina e as minhas mãos descaiam para as suas nádegas.
Ao fim de um pouco, e como não estamos habituados àqueles ritmos, estávamos já cansados, e retirá-mo-os para uma esplanada, onde corria uma brisa agradável e húmida.
Falámos mais um pouco e decidimos ir até à praia. Fomos buscar uma garrafa de vinho branco, bem gelado que eu tinha no apartamento, e pegámos em quatro copos, e lá fomos. A musica e os sons do resort iam ficando mais distantes, mas elas tinham o ritmo entranhado no corpo, dançavam, de copos na mão, pela areia fina. O vinho também já começava a fazer os seus efeitos, e Diana, deu o copo a Terra e dizendo que estava um calor que não podia, despiu a blusa ficando com os maravilhosos peitos expostos que saltavam ao ritmo da sua dança, e jogou a blusa para o Carlos, dizendo-lhe: -Toma, sente o meu cheiro.
Ele respondeu com um sorriso, dizendo que ele já o conhecia muito bem, que se calhar nós tínhamos mais interesse em senti-lo, e jogou a blusa para mim. Eu agarrei-a e afundei a minha cara nela, aspirando um agradável cheiro a perfume um pouco doce, misturado com o odor natural do seu corpo. -Cheiras muito bem.- Respondi eu, demorando-me a apreciar.
Quando retirei a blusa de Diana da cara, olhei para Terra para lha dar a ela, e vi que também ela já tinha despido a dela, ficando também com os seus seios desnudos, e atirava-a para o Carlos, dizendo-lhe: -Então sente o meu. Ele repetiu o mesmo gesto que eu, aspirando o cheiro de Terra. Eu joguei a blusa de Diana para Terra, e ela fez os mesmos movimentos, e disse: -Raios. Aspiraste todo o cheiro da blusa dela. Agora como vou sentir o seu cheiro.
Parecia que estavam combinadas. Diana virou-se para ela, sempre a dançar, e disse-lhe: -Ainda aqui estou. Sente-o em mim.
Terra avançou para ela, dançando, e aproximando-se dos seus seios, cheirou-a avidamente.
- Hummm... Cheiras bem. Agora deixa-me saborear-te.
E agarrando Diana pela cintura, lambeu-a desde o umbigo, subindo até ao entre-meio dos seus seios. Aproveitou ainda para rodear os seus mamilos rijos com a sua língua.
- Hummm... Deliciosa. Disse sorrindo atrevidamente.


Mar (do Brasil)

Foto-montagem. Paisagem retirada da Net

Aventuras de Verão

Há pouca semanas atrás fomos convidados por um casal amigo para passar o fim-de-semana com eles numa casa à beira-mar. Adorando o mar como adoramos, não podíamos recusar. Sabendo que são Swingers, tinhamos noção que aquele convite era tudo menos inocente... Não nos enganámos. A atmosfera à chegada já era erotismo, e havia sedução no ar...
O que nós não estávamos à espera era que nos fosse colocado um desafio. O nosso amigo perguntou ao meu marido se estaria preparado para me ver seduzir um estranho, e a mim se seria capaz de o fazer, com a colaboração da sua mulher. Embora um pouco assustada, ao olhar para o meu marido vi a excitação no seu olhar e senti um arrepio nas costas.
Depois de jantarmos, vestimos uma mini-saia cada uma, e saímos juntas num carro seguídas por eles. Fomos para um barzinho de praia. A minha amiga procurou uma mesa e sentá-mo-nos em frente de um grupo de homens que assistiam a um jogo de futebol enquanto bebiam cerveja. Percebemos logo os olhares que nos lançaram, mas o jogo estava ao rubro, e continuaram atentos, excepto um deles, que sorriu para nós, e de vez em quando lançava uma olhada. Numa dessas vezes arregalou os olhos ao ver que eu ao cruzar as pernas não tinha cuecas. E eu cruzava para um lado e para o outro, de maneira a deixá-lo ter uma visão panorâmica total. O homem estava completamente embasbacado, sem conseguir tirar os olhos da cena. Então a minha amiga ainda colocou mais umas achas na fogueira quando me começou a acariciar as pernas, e subindo por elas até me tocar disfarçadamente no clitóris. A excitação do homem era mais que visivel, e no meio das suas pernas fazia-se notar já um grande vulto. Nós riamos e conversávamos, enquanto enquanto deitávamos os olhos aos nossos maridos que observavam a cena toda, sentados numa mesa próxima. Pois é. O senhor não aguentou muito tempo, e levantando-se da mesa, fez-nos sinal para o seguirmos. Fomos ter com ele à casa de banho, sempre seguídas de perto pelos nossos maridos. Assim que passámos a porta, fui agarrada por trás, e senti um membro rijo entre as coxas. A minha excitação era total. A minha amiga riu-se, e começou a acariciar-me os mamilos, a sugá-los, e a dizer-me ao ouvido que ia ser fodida por um desconhecido,e que ia adorar. Devo dizer que o homem era um pouco violento, e empurrou-me contra o lavatório. No meio de palavras ordinárias, começou a penetrar-me com força. Eu estava a adorar. A minha amiga baixou-se no meio das minhas pernas, e lambia-me o clitóris, enquanto por trás eu sentia as estocadas fortes dele, e os beliscões nos meus seios. Não foi preciso muito para que eu me viesse num intenso orgasmo. Ele ao sentir a vir-me também explodiu nas minhas nádegas e pernas. O seu esperma escorria-me pelas pernas abaixo, e a minha amiga lambia-as como se fosse uma gatinha, bebendo todo aquele leite. O homem depois de saciado saiu porta fora, sem dizer uma única palavra. Eu arranjei a saia coma a ajuda da minha amiga, e voltámos ao bar.
Só então é que me dei conta que os nossos maridos tinham assistido à cena. A dose de excitação era enorme, disseram eles depois.
Depois fomos para casa, mas a noite não terminou por aí... depois conto.

Terra (perto do Mar)

(Foto retirada da Net)

terça-feira, 28 de agosto de 2007

E Comentários?? ????

Ora bem pessoal. E então esses comentários. Nós temos andado um pouco afastados por falta de tempo, é certo, mas isto anda muito fraquito de comentários... Os comentários são como o combustível que nos faz vir aqui debitar umas coisas, mesmo que sem interesse. É que olhando aqui para o contador, isto até podia estar pior, mas comentários...são escassos. Vá lá pá.... Comentem...

Mar (sem combustível...)

domingo, 26 de agosto de 2007

Adoro-TE

Adoro tocar-te
Adoro Amar-te
Adoro Sentir-te
Adoro Beijar-te

Adoro a tua pele
Adoro o teu peito
Adoro o teu corpo
Adoro o teu jeito

Adoro o teu cheiro
Adoro o teu gosto
Adoro o teu sumo
Adoro o teu mosto

Adoro o teu andar
Adoro o teu olhar
Adoro o teu sorrir
Adoro o teu brilhar

Adoro Adorar-te
Simplesmente Amando-te
Adoro Amar-te
Simplesmente Vivendo-te.
Simplesmente Adorando-te

Mar a ADORAR a Terra

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Fomos desafiados... AS 7 MARAVILHAS DA NOSSA VIDA

Fomos desafiados pela Borboleta Endiabrada. Desculpa não termos respondido mais depressa ao teu desafio, mas não temos tido muito tempo. Vamos responder. Mas vamos responder "a dois", pois este blog é de nós dois como um todo, é assim que ele é escrito, e é desta forma que tentamos encarar a nossa relação e a nossa vida.
Então lá vai.

1ª - As nossas filhas. Pois são resultado mais visível do nosso amor e da nossa relação. Dão-nos o impulso para construir uma vida melhor. Dão sentido à Vida.

2ª - A vida a dois. Que se torna plena e possivel devido ao grande amor, carinho e respeito que nos une.

3ª - O Amor. O motor da vida.

4º - A nossa dose de loucura. Sem ela os dias os dias arrastavam-se numa monotonia insuportável.

5ª A paz e a calma do espaço físico que nos rodeia. Uma das ultimas maravilhas do mundo.

6ª - A cumplicidade que nos une. Que tesouro precioso é poder partilhar tudo um com o outro, não haver necessidade de esconder absolutamente nada.

7ª - O sexo. O mistério que alimenta o corpo e a alma, motor de busca continua de novas sensações.

E pronto. Estas são as nossas 7 maravilhas. Também gostaríamos de falar na paz no mundo, do acabar com a fome e com as doenças incuráveis, mas essas infelizmente ainda perduram, e se umas são um factor inerente a própria natureza, outras são que pertencem única e exclusivamente a factores (pouco) humanos.

Quanto a outros sete a desafiar, são eles:

O Pecado mora ao lado
Rocha Suave
O que se sente...
Lua feiticeira
Entre o Sonho e a realidade.
Mente Masculina
Mente Feminina

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Para Compensar....

Temos andado sem tempo, mas para
compensar os nossos queridos visitantes,
vamos colocar aqui uma foto da Terra
durante as nossas férias.



















Terra e Mar (na praia)

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Há coisas que não se fazem a um homem...

É verdade. Ele há coisas. Como têm reparado, ainda estamos a acordar para a realidade que é o regresso ao trabalho e à rotina. Daí que não tenham surgido novas postagens por aqui. Mas hoje aconteceu-me uma coisa que eu não posso deixar de partilhar com os leitores e leitoras deste nosso cantinho.
Hoje tive uma reunião de trabalho, e então não é que estava lá uma menina podre de boa, que para grande sorte minha, estava mesmo ao meu lado. Ela já estava sentada quando entrei, e reparei que ela era jeitosa, mas não a vi na totalidade. A meio da reunião, estavam uns papeis em cima da mesa, um pouco afastados, e a menina levanta-se, debruça-se sobre a mesa para explicar uma situação que estava nos ditos papeis, e eu fiquei atónito com a visão. Claro que não era dos papeis, esses nunca mais eu me lembrei deles. Então não é que a gaja me espeta um pedaço de rabo fenomenal mesmo à frente da minha cara, perfeitamente delineado por uma cuequinha tanga bastante visível, dentro de uma calças que não sendo justas, eram daquelas de tecido muito fino e muito leve... próprias agora desta época, mas que devido à posição lhe entravam pelo rego, delineando aquilo tudo... Eh pá... um gajo não é de ferro. Já não sei mais o que se passou na reunião a partir daí, pois a minha atenção virou-se apenas e só para ela. Eu queria disfarçar, e nem sei se ela reparou (deve ter reparado, que vocês gajas, em querendo ser mázinhas, sabem-na toda). Depois já mais para o fim da reunião, quando o pessoal já estava um pouco aborrecido daquilo (eu não... eu estava maravilhado), a menina recostou-se na cadeira, ali mesmo ao meu lado, e chegando o rabo um pouco à frente, ficou quase direita na cadeira. É claro que ao fazer o movimento as ditas calças com o atrito da cadeira voltaram a ficar justinhas, mas agora na parte da frente, evidenciando agora aquele papinho de cona (que deve ser bem lindo)... Ai ai ai ai ai.... bem.... o esforço que um gajo é obrigado a fazer para conseguir retirar os olhos daquele montinho... é por isso que eu digo que ela deve ter topado... e foi mázinha comigo... Bem... se os olhos fodessem, ela tinha ido dali que nem podia... Assim quem veio que não podia fui eu.
Olha minha linda Terra. Posso-te dizer que a imaginei de todas as maneiras, contigo incluída, obviamente, pois sabes como gosto de te ver enrolada com outra. Mas podes ter a certeza que quem vai pagar tudo és tu. Não vejo a hora de chegar a casa para te despir e meter-me em ti... Aquele rabo deixou-me com uns apetites... Acho que hoje entro pelas traseiras... (Isto está mesmo mau...)

Mar (em brasa)

(Imagem retirada da net)

domingo, 29 de julho de 2007

De Volta...


Mendes Ive - Casta...

Ora cá estamos nós de novo. Passaram rápido, mas são sempre muito bem vindas.
Primeiro gostaria de agradecer aos nossos visitantes que muito me espantaram quando agora voltei a entrar aqui no blog e vi o numero de visitas que já ultrapassava os 1700. Mesmo sem novas postagens, agrada-nos saber que vêm cá ver se já há coisas novas.
Para este regresso gostaria de partilhar convosco uma "meia descoberta" que fiz durante as férias, que me conquistou plenamente. Meia descoberta porque já conhecia alguma coisa, mas agora estou definitivamente conquistado. Ela, porque trata-se de uma "ela", é dona de uma voz envolvente, transpira sensualidade por todos os poros, e canta como poucas. Numa visita ao Centro Comercial (como bom tuga) e enquanto a Terra se ocupava de correr todas as lojinhas, eu entretive-me pela Fnac, explorando e ouvindo vários discos, e nessa pesquisa, houve um que me chamou a atenção, não só porque estava em saldo (he he), mas também pela capa glamourosa com uma linda mulher, e cujo nome não me era estranho. Tirei da prateleira, passei o código de barras pelo leitor e ouvi. Foi amor ao primeiro acorde. Deliciei-me por todas as faixas, e claro, comprei. Claro está que passou a rodar ininterruptamente no leitor do carro. E é esta maravilha que quero partilhar, e aconselhar. Simplesmente Belo:
- Ive Mendes
- http://www.ivemendes.co.uk/

Mar
(Fotos retiradas do site de Ive Mendes)

domingo, 15 de julho de 2007

FÉRIAS...

Pois é pessoal, nós vamos de férias uns diazitos. Esperamos voltar com algumas histórias mais... bem quentinhas.
Estão a ver esta ilha paradisíaca aqui ao lado???
Não tem nada a ver com o sitio para onde vamos. he he he
Bem mas pelo menos vamos para onde se fala estrangeiro. Tem mar, tem praia...
Conhecem aquele que se chama All-garve? É prái mesmo.

Então adeus, e até ao nosso regresso.

Bjocas

Terra e Mar

sábado, 14 de julho de 2007

Noite Grande...

Pessoal. Ontem à noite houve foda. E não foi uma foda qualquer. Já havia uns tempos que não havia foda como ontem à noite. A minha Terrinha estava inspiradissima, e cá o Mar entrou pela Terra adentro, e entrou, e entrou, e entrou...
Nada como uma grande noite de sexo para revitalizar a mente e o corpo... Deixem-se cá de Red Bulls. Uma boa Keka é que é... Ontem fiquei cansadito, mas hoje o sorriso é de orelha a orelha.
Começámos por uma belas lambidelas, e a cona da minha Terra é deliciosa. Perco-me.
Depois foi ela que me chupou e lambeu. Aquela boca e língua fazem milagres.
Quando entrei naquela pachachinha, estava em brasa, ela e eu. Estava completamente molhada, pois enquanto me chupava eu tinha-me entretido a enfiar-lhe o "Zé Negão", que não é mais que um vibrador de cor negra, que não sendo muito grande, é muito realista. Como o "Zé" estava completamente molhado pelos seus líquidos, quando a penetrei aproveitei para lho enfiar no cuzinho. Devagarinho para preparar o terreno, ele foi entrando, e eu comecei a sentir o meu pau cada vez mais apertado na sua cona, pois o "Zé Negão" ia ocupando também o seu espaço. Não demorou muito para que ela se viesse, e com aqueles apertos todos, é claro que eu também não resisti e encharquei-lhe a coninha com o meu leite.
Com a voz quase sumida, pediu-me para me deixar estar. Que não saísse de dentro dela. Como dizer não a um pedido daqueles. E enquanto me ia esfregando nela, ia fazendo entrar e sair o "Zé" no seu cuzinho. Sentia-o e esfregar o meu pau no seu vai-vem. Ela gosta que eu me esfregue nela, roçando-me no seu grelo. Foi quase instantâneo, ela explodiu noutro orgasmo, cruzando as suas pernas sobre mim e quase cravando as unhas nas minhas costas. Começou a gemer um pouco mais alto, pois eu não parava de me roçar no seu clitóris, e ela estava a ficar completamente doida. Resolvi parar para lhe dar um pouco de descanso. Toda a zona estava completamente melada do meu leite que escorria da sua coninha. Retirei-me de dentro dela, e sempre com o "Zé" no seu rabo, desci e beijei o seu grelo rijo. Ele deu um gemido mais forte, contorcendo-se. Passei levemente a minha língua ao redor e pelos lábios daquela coninha toda regada com o meu leite, e o gosto ficou na minha boca. Depois beijando-a, virei-a e coloquei-lhe uma almofada por baixo da sua barriga, para que arrebitasse para mim aquele rabinho apetitoso. O "Zé negão" ainda estava no seu interior, e devagar, tal como tinha entrado, fui retirando-o do seu cu, para lho meter agora na sua coninha encharcada. Não encontrou qualquer resistência, e deslizou para dentro dela como se fosse sugado. Apontei o meu pau ao seu anelzinho entreaberto, e fui entrando devagar. Ela ia gemendo baixinho, e eu liguei a vibração do "Zé" enquanto continuava a cravar-me naquele buraquinho apertado. Ela começou a rebolar no meu pau, fazendo ao mesmo tempo movimentos que proporcionavam a entrada e saída do seu cu. Eu ia sentindo a vibração do "Zé" no meu pau, e comecei a entusiasmar-me. Aumentei o ritmo, e ela começou a cravar o "Zé" na sua cona também com mais intensidade.
Eu já estava fora de mim, as estocadas passaram a ser com grande intensidade, enquanto ela esfregava a sua cona com o "Zé" e o grelo com a mão. Vim-me no seu cu intensamente, e ela também voltou a contorcer-se com mais um orgasmo. Deixei-me cair em cima dela, extasiado, enquanto o meu pau começava a diminuir o seu volume ainda dentro do seu cu que o apertava, como se o estrangulasse. Foi intenso, e ficámos assim alguns minutos. Depois deitei-me ao seu lado, e rodando o seu corpo coloquei-a sobre mim. Beijá-mo-nos, e falámos um pouco.
Pouco depois, comecei a "animar-me" outra vez, e ela em cima de mim, meteu-me de novo naquela coninha encharcada, e ainda demos mais uma, mas agora devagarinho e muito agarradinhos. Saboreando todos os movimentos, todas as sensações, todo o amor.
Foi um grande inicio de férias... Espero que seja um bom prenuncio.

Mar (Deliciado)

(Imagem retirada da net)

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Dissertação sobre objectos sexuais

Haverá quem tenha uma verdadeira adoração por objectos fálicos e outros artefactos. Eu devo confessar que não a tenho. Acho que são úteis para estimulação, principalmente naquelas ocasiões em que estou mais cansada, e demoro mais tempo a ficar em brasa. Também gosto quando os utilizamos para simular um dupla penetração. Fecho os olhos e imagino que sou duplamente penetrada... Mas até que inventem um vibrador, dildo, ou lá o que for, que tenha o calor e a textura dos membros masculinos, vou continuar, não a dispensá-los, mas a utilizá-los esporadicamente. Sou assim. Gosto de coisas reais. Podem argumentar que estimulam uma relação. É verdade, não nego, mas... Só mesmo para fantasiar.

O que eu gosto mesmo são as algemas. Gosto de me imaginar prisioneira e ser forçada a praticar sexo. Acho bem excitante. Mas atenção... Esta é daquelas fantasias que são mesmo para o faz de conta...

Terra

(Imagens Retiradas da Net)

quinta-feira, 12 de julho de 2007

A amiga

As insinuações estão a deixar-me... curioso. Sonhador.
Ela aprecia-te.
Tu sorris.
Ela toca-te para apreciar qualquer peça de roupa.
Estás Linda. Fica-te bem.
Ela elogia-te o rabo. Eu concordo, e desejo-o.
Ela elogia-te os peitos. Eu também.
Ela beija-te e diz que és a sua amiga. Acredito.
Desconfio...
Sonho...
Imagino os vossos corpos.
Enrolados. Entrelaçados. Desvairados.
;-)

(Foto retirada da net)

Mar a sonhar (he he he)

quarta-feira, 11 de julho de 2007

O Primo mais velho da amiga

Hoje vou contar uma história curiosa que aconteceu comigo aqui há uns anos. Já nos últimos anos da escola, ainda muito inexperiente nas lides do sexo. Já não era nenhuma santinha, mas sexo ainda não era muito frequente. Nessa altura tinha uma amiga de escola por quem nutria uma grande amizade. Ela vivia numa noutra terra, mas frequentávamos a mesma escola. Devo dizer que fazíamos muitos disparates juntas.
A certa altura fui convidada para passar um fim de semana em casa dela. Com o acordo dos meus pais, lá fui eu feliz da vida e com muitas expectativas de nos divertirmos ao máximo. Acho que não estava era preparada para o que veio a acontecer.
Chegada a casa dela, dei de caras com um primo dela que também estava de visita. Mais velho, charmoso, e com uma grande lata...
À mesa durante o jantar, arregalei os olhos ao sentir a mão dele passear pelas minhas pernas. Sem coragem para me mexer, fiquei quieta, mas pouco a pouco fui começando a apreciar o contacto daquelas mãos experientes nas minhas pernas.
Com o pretexto de apanhar um talher que tinha caído para o chão, inclinou-se, meteu-me as mãos nas cuecas e acariciou-me a vagina. Senti um calor pelo corpo, fiquei toda húmida, e para minha surpresa, com vontade que ele continuasse...
O que eu não tinha reparado (pudera...) era que a minha amiga estava a topar tudo o que se passava, e observava deliciada.
Acabado o jantar e enquanto trocávamos de roupa e nos arranjávamos para sair, falámos no assunto e ela lançou-me um desafio. O de o provocar. De o fazer perder o controlo que ele achava que tinha. Resolvi vestir uma roupa mais provocante, incluindo uma saia quase mini, e não vesti cuecas.
Fomos ter a um bar onde ele nos aguardava mais dois amigos. Sentei-me à frente dele, e entre uns copos e umas risadas, trocava e destrocava as pernas tentando que ele tivesse a visão completa. E ele não ficou indiferente. Os seus olhos já não se retiravam das minhas pernas, brilhavam de desejo de me pôr as mãos em cima. Devo dizer que eu também quase explodia de vontade de as sentir. Resolvi ir à casa de banho para me masturbar, e acalmar assim o fogo que sentia. Quando já me acariciava, ouvi uma batida na porta. Abri pensando de ser a minha amiga. Tal a minha surpresa quando vi que era ele que tinha percebido o que se passava. Sorriu e perguntou se podia entrar. Eu respondi que sim, mas tínhamos de ser rápidos, pois podíamos ser apanhados.
As suas mãos acariciavam-me todo o corpo. Pegou nas minhas mãos e levou-as ao seu sexo, pedindo que o acariciasse. Timidamente a principio, e depois com gula, fui acariciando o seu pau durinho, enquanto ele me empurrava a cabeça. Finalmente percebi. O objectivo era que eu o tomasse na boca. Timidamente comecei a lambê-lo, a chupá-lo, enquanto ele me orientava e pedia para fazer. Eu ainda era inexperiente nesta área. Mas depressa me apercebi da maravilha que era aquele pau rijo na minha boca. Comecei a aperceber-me que o prazer também era meu ao chupá-lo. Ele começou a foder-me a boca. Cada vez com mais força, até que se veio deixando-me com a boca cheia do seu leite, que começou a escorrer pelos cantos até à minha blusa.
Foi então que bateram à porta, protestando pela demora. Fiquei assustada, e na atrapalhação, engoli o leite todo que restava em minha boca, enquanto ele se retirava e fechava a porta atrás de si. Limpei-me e saí, ainda toda atrapalhada.
Já na mesa, ele chegou-se a mim, e disse-me que me queria cheia de tesão para mais logo, que me iria foder toda. Ainda não tinham falado comigo daquela maneira, e fiquei um pouco assustada, mas também muito impaciente...

A formação de Terra.

(Foto retirada da Net)

terça-feira, 10 de julho de 2007

Depois do Jantar

Depois do jantar fizemos tempo nuns bares, entre conversas e insinuações, acertámos onde seria o próximo destino. Motel.
Fomos todos num só carro. Homens à frente, mulheres atrás. Por agora não há misturas. Puro engano. Vocês tratam de se misturar. E muito. Os lábios de Laura esfregam-se nos teus. As mãos percorrem os corpos num frenesim intenso. Olho pelo espelho e vejo que já trataste de livrar os peitos de Laura do aperto do seu soutien. Esfregas, apertas os seus mamilos rijos. Ela geme. Tu suspiras quando ela mete os seus dedos no teu sexo. Carlos é um espectador atento, e vai percorrendo as pernas das duas com ligeiros toques de cada vez que pode. Eu não. Tento manter-me atento à condução. Não vejo a hora de chegar.
Paro o carro e subimos. Nas escadas há um momento de pausa no amasso mutuo. Chegados ao quarto, mal se fecha a porta, e já há peças de roupa a voar. Quando me apercebo já tu estás no meio das pernas de Laura a chupar-lhe o sexo. Carlos está por trás de ti, e vai deliciando-se com o gosto do teu sexo enquanto eu dou o meu pau para que Laura se banqueteie.
Em seguida tu colas o teu sexo com o de Laura num entrelaçar de pernas, e iniciam uma esfrega a meias, enquanto pegas no pau de Carlos e o envolves com os teus lábios. Eu delicio-me com a imagem enquanto Laura vai chupando o meu sexo, envolvendo-o com a sua língua quente. Percorre-me as bolas, descendo a sua língua até ao meu anel, e rodeia-o com leves toques, até ma enfiar e iniciar um vai-vem como se me fodesse. Parecem descargas eléctricas os toques da sua língua. Eu fecho os olhos, e de seguida sinto outra boca a lamber-me o pau. Vejo que és tu que chegas, trazes contigo o pau de Carlos, e vais lambendo os dois à vez, e por vezes tentas enfiar os dois na tua boca. Laura sai debaixo de mim, coloca-se debaixo de ti chupando-te e deliciando-se com o teu sexo. As suas pernas abrem-se à minha frente mostrando-me a sua abertura sedenta. Carlos senta-se na cama e puxa-te para cima. Tu direccionas a sua vara para o teu sexo, e ela perde-se no teu interior. Começas a cavalgá-lo enquanto eu me coloco no meio das pernas de Laura e meto o meu pau na sua húmida gruta.
Os nossos corpos fundem-se num corropio de emoções, de sensações. Os sentidos todos em completo desvario. A adrenalina toma conta do ambiente. No meio da loucura, toco-te, sinto-te, beijo-te, abraço-te. Tu tocas-me, sentes-me, beijas-me, abraças-me. Os corpos vibram. Os orgasmos seguem-se em catapulta.
Por fim sinto-me a explodir, e enquanto Laura chupa o meu pau, venho-me na sua boca e mamas. Olho para ti e para o Carlos. A sua expressão também deixa adivinhar que a erupção está próxima. Ele retira a sua vara de ti, e dirige-se para a tua boca. Tu chupa-lo enquanto com a mão vais ajudando com movimentos de vai-em. Um gemido surdo sai da sua boca ao mesmo tempo em que ele explode na tua. Retira-lo da boca e mais alguns jorros do seu gozo espalham-se pela tua cara e pelas tuas mamas. Laura aproxima-se de ti, e lambendo cada gota vai-te limpando. Tu retribuis, lambendo-a a ela, deixando-a também completamente limpa. Por fim unem-se num beijo molhado.
Deita-mo-nos. Extasiados. Sem palavras. Enrolamos os nossos corpos todos ao molho. Vamos descontraindo e voltando à realidade entre toques, caricias e beijos. Temos de retomar forças para o banho.

Mar

(Foto retirada da net)

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Sonho - 2ª Parte

Sonhei de novo. Desta vez não foi a dormir, mas sim acordada; sonhei que três pares de mãos me percorriam o corpo numa sala à meia luz. O ar estava um pouco denso, onde se misturavam os cheiros das velas com os próprios odores do sexo.
Dei por mim acariciando um corpo desconhecido, enquanto sentia uma boca quente sugar-me os mamilos, nessa altura eu já não me importava que mãos me tocavam, sentia uma urgência em ser penetrada, mas eu ainda tinha muito para aprender em matéria de sexo em grupo.
Ela puxou-me e fez-me sinal para que eu partilhasse a chupadela que dava no meu marido com ela. Que sensação. Enquanto chupávamos e lambíamos, as nossas bocas encontravam-se, entretanto eu sentia o seu companheiro por de trás acariciando-me, lambendo-me o sexo, o ânus, devorava-me literalmente, foi o primeiro orgasmo da noite. O meu corpo tornou-se dócil, mole como a cera que se acumulava na base das velas, ele estava livre para se banquetear, foi então que o senti a penetrar-me ao mesmo tempo que o meu marido me beijava, a pequena ponta de apreensão que pudesse sentir dissipou-se no momento em que o fitei nos olhos, ele estava, desfrutando do momento tanto como eu e então quando a penetrou, só elevou o meu grau de excitação pois pela primeira vez vi o meu marido foder outra mulher. Ao mesmo tempo que sentia as estocadas fortes do meu companheiro de ocasião, voltei de novo a cair no abismo, a elevar-me ao céu, a ver pontinhos brilhantes a dançar na mente, a urrar de prazer; foi então que o meu companheiro me deitou, e me colou ao soalho, martelando-me fortemente, posso dizer que com alguma violência mas era isso mesmo que eu tinha em mente, era isso que eu necessitava no momento, voltei a vir-me, enquanto o sentia vir-se dentro de mim.
No outro lado da sala os gemidos transformaram-se em gritos de prazer enquanto o meu marido se vinha abundantemente na boca dela, não resisti, fui ter com eles para a saborear, e devo dizer que comecei na sua boca e acabei na sua vagina, exigindo e devorando, até sentir que ela alcançava o prazer.
Ficamos exaustos, mas não ficámos por aqui, mas isso fica para o próximo sonho.......
Afinal, na mente de uma mulher há muita fantasia por realizar... ou não.

Terra... Em Brasa...

O Jantar

Tínhamos combinado um jantar a 4, com um casal amigo com quem costumamos falar no messenger, num restaurante que nós ainda não conhecíamos. Também ainda não tínhamos estado com eles pessoalmente, e por isso estávamos um pouco ansiosos. Chegámos ao restaurante e eles já nos esperavam. O restaurante tinha várias salas, o que conferia alguma privacidade, e apenas tinha mais dois casais a jantar, mas estavam numa posição em que nós estávamos mais resguardados das vistas alheias. Eles tinham escolhido a mesa, e quase de certeza que não foi ao acaso. Levantaram-se para nos cumprimentar, e Laura deu os habituais dois beijos em Terra enquanto eu apertei a mão de Carlos. Depois Laura deu-me também dois beijos na cara, e eu propositadamente fiz com que no segundo roçasse um pouco o canto de sua boca com os meus lábios. Curiosamente ela deve ter feito o mesmo gesto, e praticamente o segundo beijo foi mesmo à meia boca. Reparei que a Terra ao cumprimentar o Carlos também não deve ter andado lá muito longe, e acto continuo, olhou em redor para ver se alguém tinha reparado. Sempre preocupada...
O jantar decorreu em amena cavaqueira, com algumas observações mais intimistas de parte a parte. A determinada altura Laura diz que gosta muito de anéis, e que está maravilhada por um que a Terra tem em seu dedo. Terra estende-lhe a mão, e pergunta qual. Laura pegou-lhe na mão muito suavemente, indica-lhe qual, e faz-lhe uma caricia disfarçada na mão. Depois, sempre sem a largar, puxa-lhe a mão e coloca-a na sua perna, que Terra me disse depois estar quase desnuda devido a uma racha no vestido. Terra enrubesceu, e olha mais uma vez em redor para ver se alguém reparara. Depois fita os seus olhos nos meus, como que perguntando-me: -Viste o que ela fez?.
Eu, com um sorriso pergunto-lhe qual a sensação do toque da pele de Laura. Ela ainda meio envergonhada diz-me que não sabe, pois as meias não deixam sentir, e passa ao ataque completando com um: -Mas gostava de sentir. A minha querida Terra demorava a libertar-se, mas depois...
Laura não se ficou atrás, e levantando-se um pouco da cadeira, baixou a meia rendada até ao joelho, dizendo: -Minha linda, não te quero fazer esperar. E voltou a sentar-se com a meia descida. Terra arranjou disfarçadamente a cadeira chegando-se um pouco mais a Laura, e ajeitou a saia da mesa por cima das pernas de ambos, fazendo a sua mão desaparecer lá para baixo. Vendo que Laura também se ajeitava na sua cadeira, fazendo deslizar um pouco as ancas para frente, olhei para Carlos e disse-lhe: -Humm... Isto promete.
-Parece que sim. Olha que belo.
Terra já deveria estar a andar com a sua mão por zonas mais quentes, pois os olhos de Laura estavam agora ligeiramente semi-cerrados, e nos seus lábios era visível um sorriso de satisfação e prazer, e olhando para Carlos diz-lhe baixinho: -Humm amor, ela tem umas mãos deliciosas...
-Vou gostar de ver isso também. E de sentir. Disse Carlos olhando sorrateiramente para a minha Terra.
-Concerteza teremos oportunidade... Respondeu Terra com um sorriso malandro. Como ela sabia ser malandreca também...
-Eu também vou querer sentir e confirmar a suavidade dessa pele que ela está a tocar. Disse eu olhando para Laura.
-Concerteza, e se tiveres umas mãos como as de Terra concerteza vai ser delicioso. Respondeu Laura agora remexendo suavemente as ancas esfregando-se na mão da minha Terra.
-As mãos talvez não tenham a destreza das de Terra, mas a minha língua é uma expert, e como eu gosto de saborear a pele suave de uma mulher, e percorrer-lhe todas as covinhas, principalmente as mais recônditas. Argumentei eu agora também já muito excitado com aquela situação. Afinal estávamos em pleno restaurante, meio deserto é certo, e num cantinho que nos conferia alguma privacidade, mas a minha Terra estava com a mão afundada no meio das pernas de Laura por baixa da mesa, e era notório que Laura estava a usufruir da situação, como demonstravam as suas expressões e movimentos corporais.
Nessa altura, Terra retirou a mão do meio das pernas de Laura, dizendo: - Bem. É melhor ficarmos por aqui agora, senão ainda alguém se vai aperceber...
-Não Terra, por favor. Faz-me vir. Faz-me vir aqui mesmo. Eu prometo que me controlo e ninguém se aperceberá.Não pares agora. Suplicou Laura, metendo a sua mão por debaixo da saia da mesa, e começando ela mesmo a tocar-se. Terra olhou para o Carlos, como que perguntando se seria mesmo assim, pois ele é que conhecia o comportamento de Laura numa situação daquelas. Ele acenou dizendo que ela portava-se bem, que era um prazer vê-la continuar o que tinha começado.
-Olha... vamos a isto... hummm... e ela sabe tão bem. Disse Terra olhando agora para mim, e encolhendo os ombros ao mesmo tempo que chupava os dedos melados pelo ninho de prazer de Laura.
Voltou a colocar a mão por baixo da mesa, e recomeçou a explorar os meandros do corpo de Laura, que voltava agora a rebolar na mão da minha linda mulher. Era uma situação ainda não experimentada por nós, e aquele receio de que aparecesse o empregado de mesa e se apercebesse de algo talvez funcionasse de forma a aumentar mais a adrenalina já existente por ver aquelas duas belas mulheres a esfregarem-se, pelo que a excitação em nós também era grande. Os nossos sentidos estavam todos alerta, entre o olhar para os lados, para ver se não aparecia ninguém e o apreciar a cena que se desenhava à nossa frente.
Ao fim de alguns instantes Laura recostou-se na cadeira, deslizando mais um pouco para baixo, facilitando talvez a penetração dos dedos de Terra no seu interior, e colocou as mãos em cima mesa. Carlos que estava à sua frente, agarrou-lhe as mãos adivinhando o que se aproximava, e ela apertou as dele com força e explodiu num orgasmo ali mesmo à mesa do restaurante. No calor do momento, houve um ligeiro toque num dos talheres, fazendo com que ele caísse ao chão. Não demorou que aparecesse o empregado que ouvira o som do talher a cair, com um novo jogo de talheres para trocar. Carlos com um grande sorriso deu-lhe o garfo que tinha caído, e disse-lhe:
-Não é necessário trocar tudo, foi só o garfo, muito obrigado. É que houve aqui um pequeno incidente. Se estes sumos não fossem tão apetecíveis... Rematou apontando para a garrafa de vinho. E nós sabendo que não era certamente a esses sumos que ele se referia. O empregado sorriu, acenando afirmativamente para todos nós, e retirou-se, enquanto Laura ainda toda avermelhada , não por ter deixado cair o talher certamente, pedia mil desculpas. E a minha Terra, não se esquecendo de mim, esticou-me a mão que tinha levado Laura ao êxtase, dizendo-me: -Vá amor. Prova. Vê como é gostosa aqui a nossa nova amiga. Não vejo a hora de provar também o amigo. Terminou Terra olhando Carlos atrevidamente.
Pouco depois pedimos a sobremesa, e os joguinhos de sedução continuaram, até terminarmos o jantar, e resolvermos sair dali para fora, pois a noite prometia...
Mas essa será outra história.

Mar

Foto retirada da net

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Agradecimento...

Estava a pensar no que escrever para mais uma postagem, com uma falta de inspiração (se é que tenho alguma) do catano... é que ao contrário do que os inúmeros... milhares... dezenas... pronto, dois ou três leitores aqui do blog possam pensar, isto sai tudo directo da cabeça, passa pelos dedos, e vai para o pc. Não há cá rascunhos, nem papeis, nem nada...
E então é assim. Estes dias têm sido bem lixados. Tudo tem corrido mal... Ou melhor. Quase tudo. Porque em ultima análise, tenho a sorte de te ter, e já agora aproveito para fazer um agradecimento público... Pronto... Para que os tais dois ou três leitores fiquem a saber:
-À pessoa que me atura;
-À pessoa que me ajuda;
-À pessoa que me compreende;
-Ao meu Porto de Abrigo;
-À pessoa que compartilha comigo os momentos menos bons, e que me faz arrebitar (literalmente) quando tudo parece querer desmoronar-se.
Obrigado por existires;
Obrigado por me (M)amares;
Obrigado por nos (M)amarmos;
Obrigado por bebermos um do outro.
(Não resisti a colocar o M)

Quanto ao teu Post intitulado "Amor", tens toda a razão, e é com base nesse lema que temos norteado a nossa relação ao longo destes já alguns anitos. Claro que temos sofrido os nossos altos e baixos. Não somos perfeitos. Nem aspiramos a tal. Mas o certo é que continuamos tipo vinho do Porto. Cada vez melhor.

Portanto pessoal (os tais 2 ou 3)... Aconselho mesmo a que sigam o conselho da Terra.

Ah... Atenção que não estou esquecido do sonho. Gostava de saber se teve continuação. ;-)

Mar, em Terra Firme.

Provocação

Hoje resolvi provocar!
- Fazer qualquer coisa de diferente. Fui ás compras e não coloquei nadinha por baixo!
Já há muito tempo que pensava em fazê-lo mas à ultima da hora, faltava-me a coragem de seguir em frente. Convidei o meu marido para me acompanhar (o que foi difícil), e decidida coloquei o meu plano em marcha. Ele nem fazia ideia do que o esperava... rs rs rs.
-A sensação de caminhar é incrível as pernas roçam, e a sensação de sabermos que por baixo não temos nada, provoca uma excitação... Ui... Seguimos para uma loja de roupa e eu retirei do mostrador 4 peças de roupa para experimentar, 2 blusas , 1 saia e umas calças, entrei na cabine de provas e chamei o meu marido para vir dar a sua opinião, depois de ter a saia e uma das blusas, (transparente) vestidas, ele nem queria acreditar, quando me viu, reparou logo que eu não usava o soutien, e tal como eu contava, entrou na cabine para me dar uma esfregazita. Ao passar a mão pelo meu rabo arregalou os olhos sem acreditar que eu não usava cuecas, nesse momento a sua erecção era enorme, e eu não resisti a colocar as minhas mãos dentro das suas calças, acariciando-o ao mesmo tempo que o beijava...
Pois... mas ali não tivemos alternativa senão separar-mo-nos, pois tivemos receio de continuar e sermos apanhados em flagrante!
Demos as compras por terminadas e fomos para casa, devo dizer que nem passamos da entrada a excitação era tal que mal fechamos a porta, ele começou sugar-me os mamilos e passar-me a língua pelo corpo todo, quando chegou ao meu sexo, eu implorei para que me penetrasse, mas em vez disso a sua boca colou-se a mim de tal maneira que eu não aguentei e tive um orgasmo intenso. Ah mas agora era a minha vez. Eu tinha que fazer com que ele implorasse por misericórdia.
Passei-lhe a língua pelo sexo ao mesmo tempo que o metia todo na boca para o sugar, sabia que tinha tocado na tecla certa. Ele também estava muito excitado, e não foi preciso muito tempo para ele "rebentar"... veio-se na minha boca, nos meus seios, enquanto eu tentava sugar tudo o que podia... desenganem-se se pensam que ficámos por aqui. O desejo ainda trazia inquietação aos nossos corpos, e eu queria ser fodida como merecia... Comecei lentamente a acariciá-lo, beijá-lo, sussurrando-lhe aos ouvidos como teria sido se tivesse-mos sido apanhados, e não tardou que ficássemos novamente prontos para mais uma, mas isso será outra história que fica para outra ocasião.....

Aconselho vivamente a experimentarem. É incrível o grau de tesão que se consegue.... Bjocas....................!

Terra em Chamas

terça-feira, 3 de julho de 2007

Amor

Estava aqui a pensar, numa palavrinha tão simples e por vezes tão complicada: "Amor".
- Nós mulheres temos por vezes a ilusão que o amor dura para sempre, mas se não for alimentado é um fogo que se "extingue sem se ver".
A rotina em que por vezes caímos a todos os níveis, mata o amor.
Na nossa opinião tudo dentro de um casamento, sexo, amor, carinho, compreensão deve ser regado.
Há que inovar, explorar, e principalmente não ter medo de falar com o nosso parceiro daquilo que gostamos, o que sentimos, e o que gostaria-mos de experimentar e se os dois estiverem de acordo, não percam tempo, a vida é tão curta, curta demais para medos e preconceitos, e na vida, no amor e no sexo há coisas tão deliciosas!
INOVEM, ABRAM-SE A NOVAS EXPERIÊNCIAS.

TUDO VALE A PENA!

Terra enamorada

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Apetece-me continuar o teu sonho

Como não quero esperar para saber, vou eu mesmo dar continuidade a esse sonho, pois quero-te toda molhada, para que depois te possa saborear... todinha...

"Enquanto ela (que vou chamar de X) te sugava e lambia o teu ávido sexo, eu e o outro elemento (ao qual vou chamar Y), percorríamos o teu corpo com leves toques, arrepiando-te a pele, e deixando os teus mamilos rijos. O teu corpo arqueava debaixo das nossas mãos, e com X no meio das tuas pernas. Ao olhar o rabo empinado de X enquanto te lambia, baixei-me e passei a língua pelos teus seios, de onde desci até encontrar a sua boca que se perdia no teu sexo. Trocámos um beijo, enrolando as nossas línguas, e foi aí que reconheci o teu sabor. Mas desta vez estava na boca de outra. Delicioso como sempre. Continuei o meu percurso descendente, e percorri-lhe as costas que ela arqueou à passagem da minha língua em transito para o rego que separava aquelas belas e firmes nádegas. Quando cheguei ao inicio do rego, ouvi um pequeno suspiro acompanhado de um arquear das suas costas, e ao olhar para cima vejo-te a deliciares-te com o pau de Y em tua boca, lambendo-o e engolindo-o até quase desaparecer nesses lábios já completamente húmidos. Espanto-me e ao mesmo tempo delicio-me com a imagem. Então continuo a minha viagem, à descoberta daquele corpo desconhecido para mim. Ao sentir a minha língua, X abre mais as suas pernas, de modo a facilitar a minha exploração, e eu passo ao de leve pelo seu botãozinho, que se contrai como uma flor que se fecha perante a presença de um corpo estranho. Continuo a dar leves toques ao redor do seu anel, e dirijo-me depois à entrada do seu ninho. Primeiro percorro-lhe os lábios com a minha língua ávida. Noto que também ela já está bem molhada. Do seu interior entreaberto brilha o seu suco, que eu lambo com avidamente. Depois encaminho a minha língua para o seu grelo, que já se encontra rijo. Chupo-o, e ela atira as suas ancas de encontro à minha boca.
Olho por baixo das pernas de X e vejo o teu sexo completamente aberto, como que pedindo para ser preenchido. Por baixo do corpo de X, estico uma mão e meto dois dedos naquela gruta encharcada, enquanto X se perde no teu grelo. Ouço-te gemer, num som abafado, e as tuas ancas começam mais uma vez num rodopio, movimentando-se descoordenadamente e atirando-se de encontro à boca de X, apertando-a com as tuas pernas. Sinto os músculos do teu sexo apertando os meus dedos como que se quisessem aprisioná-los no seu interior, e explodes em mais uma erupção vinda das profundezas do teu corpo. Como eu as Conheço.
Quando começas a acalmar, retiro devagar os meus dedos do interior do teu corpo, e meto-os depois, primeiro um, e depois outro, no sexo de X, e ela faz um movimento de encontro à minha mão, mostrando a sua gula. Não encontro qualquer resistência, pois o seu sexo está completamente inundado pelo seu sumo e pela minha saliva. Enquanto vou dando pequenas mordidas no seu seu grelo rijo, inicio um movimento de vai vem, que por vezes para no seu interior para melhor a explorar. Os movimentos do seu corpo começam a ser mais descoordenados, rebolando na minha mão, enquanto esfrega o seu grelo na minha boca. Não demorou que também ela explodisse num orgasmo intenso, apertando-me no meio das suas pernas, e esfregando o seu sexo que eu lambia descontroladamente, enquanto ela emitia gemidos abafados pelo teu sexo, onde ela se deixou ficar a saborear. Retirei os meus dedos de dentro de X encharcados pelo seu sumo misturado com o teu, e lambendo-os, retirei-me do meio de suas pernas, onde ainda se notava um pequeno tremor.
Nos vossos corpos suados notava-se agora um ligeiro reflexo acentuado pela fraca luz das velas, transmitindo uma imagem visual explendida, e onde sobressaía agora uma mistura de odores..."

Pensando melhor, vou deixar que continues a sonhar, para saber até onde a imaginação te leva, e espero ansiosamente pela continuação...

Ahh... Esta é a minha perspectiva... A tua poderá ser diferente. ;-)

Mar (a desafiar a Terra)

(Foto retirada da Net)

Sonho

Esta noite tive um sonho.
-Pois é, um sonho erótico!
Nele realizava uma das minhas fantasias "das mais secretas " - SEXO com outra mulher. Encontrava-me numa sala iluminada por velas, contigo e outro casal, em que eu para meu próprio espanto tomava a iniciativa e sem nenhum pudor nem preconceito, acariciava a outra mulher. Que delicia a sensação da sua pele macia nas minhas mãos, o sabor do seu sexo, a firmeza e a delicadeza das suas mãos, a rijeza dos seus mamilos que abocanhei!
E então ela passou a língua em mim, perdi o pouco controlo que ainda me restava, apertei-lhe a cara com as pernas e puxei-a de encontro ao meu sexo húmido, não parava de estremecer e de me vir em orgasmos intensos!!!!
Mas foi aí que o relógio tocou, e embora muito a custo acordei para mais um dia de trabalho. Tenho pensado o dia todo neste sonho, e fico com água na boca só de imaginar o que se seguiria, pois afinal estavam 4 pessoas presentes, não é?
À noite vou tentar que o meu sonho continue , quem sabe esta noite realizo mais uma das fantasias. Vais ter que esperar para saber!


PS: Acordei toda molhada e... com uma satisfação total.....rs rs rs!

Terra em erupção.

(Foto retirada da Net)

domingo, 1 de julho de 2007

Eu vulcão

Chamas-me por vezes fria. Mas fica a saber que (eu sei também que tu sabes que por baixo da frieza existe uma mulher quente) quando aqueço provoco devastação, só é necessário que ligues a ignição, he! he!, e o vulcão que há em mim explode.
Isto para te pedir que me enchas de sensações como só tu sabes de uma forma incessante, em que a minha respiração se torna pesada, passa a língua em mim, transforma o meu corpo numa massa de sensações, em que eu me contorça, e sinta uma angustiante perda de controlo, em que o meu sangue ferva, e é aí que eu te vou implorar para que me possuas e nesse momento em que eu fico desesperada e cega de desejo, não sei mais o que faço, fico num caos total, necessitando, implorando os teus impulsos cada vez mais fortes até que o vulcão explode e eu me derreto no teu corpo e te envolvo em choques e tremores, até que tu não aguentas mais e chegas ao orgasmo.
Sabes eu cada vez gosto mais de te ver satisfeito no pós, pois cada vez mais percebo que o "prazer" que sentimos, depende muito do prazer do outro!

beijinhos


Vulcão na Terra.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

APETECES-ME

Estas sextas-feiras intermináveis, em que desejamos terminar mais uma semana, contando todos os minutinhos, e tu que não me sais da cabeça.

Vêm-me à cabeça a imagem desses teus seios, aprisionados num generoso decote, quase saltando para fora, como que pedindo que eu os liberte e abocanhe.

Que os tome em minhas mãos. Sabes como me excitam. Sei que gostas que sejam apreciados. Desejados. E são. Muito.

Sei que gostas quando os outros os olham. Excita-te seres desejada.
E és.
Gosto como ficas. Num misto de vergonha e excitação.
Apetece-me espicaçar-te ainda mais...

E as horas não passam... E tu não me sais da cabeça....
APETECES-ME.

Mar

"Há meia dúzia de coisinhas
Que eu tenho para te dizer
Não finjas que são coisas minhas
Mas andas-me a apetecer"

=Filarmónica Gil - Ponto Rebuçado=

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Ao Luar

Para "abertura das hostilidades" vou aqui recordar um episódio que foi para mim dos mais sensuais, e ao mesmo tempo, e numa análise mais... psicológica da coisa, foi talvez um prenuncio da forma como nós viriamos a encarar a nossa relação, agora que já passámos juntos quase... 100 anos??? (he he he).
Tu já me tinhas dito que gostarias de fazer sexo ao luar, e numa noite, depois da habitual
ida ao bar para tomar café, fomos para o carro, e eu, "desapercebidamente" dirigi-me para o
campo, onde inevitavelmente terminavam grande parte das nossas noites...
Ao sairmos da cidade, reparámos que estava uma linda noite de lua cheia, e eu decidi mudar
um pouco as coisas. Ao chegar a um local para onde não era habitual irmos, parei o carro, dirigi-me à bagageira, e retirei uma esteira daquelas da praia, em palhinha. Peguei-te pela mão, e no meio de perguntas e muito espanto da tua parte, dirigimo-nos a uma azinheira que ficava algo afastada do carro. Como o local era mesmo muito perto da estrada principal, a ideia era de que se aparecesse alguém e visse o carro, não iria logo dar connosco, e daria para nós nos recompormos.
Quando te disse qual era a minha ideia, mais uma vez surgiram mil e uma perguntas, e receios: ele eram os bichos, ou os carros que passavam logo ali, de luzes acesas... enfim. Lá te convenci que de noite não se consegue ver nada para fora das estradas, e quando aos bichos... ainda hoje não sei como consegui convencer-te... Adiante.
Estendi a esteira no chão, sentámo-nos a apreciar aquela maravilhosa noite de lua cheia, em que a intensidade de luz era tal que parecia dia. Ao fundo as luzes da nossa cidade brilhavam, e os tais bichinhos da noite faziam-se ouvir por todo lado, quebrando aquele silencio, e embalando-nos na sua cantoria... Começamos a acariciar-nos, e a visão que ainda guardo é a da tua silhueta iluminada por uma luz ténue, que te dava um ar lindo. Fui-te despindo, enquanto percorria o teu corpo com os meus dedos. Tu tremias ligeiramente, talvez de frio, talvez de medo da situação... não sei... talvez de excitação. Os bicos dos teus mamilos estavam rijos, e a tua pele arrepiava ao toque dos meus dedos. Entretanto, também tu me despias até ficarmos ambos completamente nus.
Foi a primeira vez que sentimos aquela sensação, pois até aí, tinha sido sempre dentro do carro, ou em casa, e agora estavamos ali os dois, completamente nus, no meio do campo, debaixo de uma azinheira, onde poderia aparecer alguém a qualquer momento. Mas isso nem nos passava já pela cabeça, pois a excitação já tomava conta dos nossos corpos e das nossas mentes.
O teu corpo, estava quente, embora a pele estivesse arrepiada ao meu toque, deitei-me de costas, e tu sentaste-te em cima de mim, enterrando o meu sexo em ti, e eu senti cada pedacinho de ti, desse forno que me leva sempre à loucura.
Começaste com movimentos lentos, enquanto as minhas mãos iam deliniando cada curva do teu corpo, desde as nádegas roliças e firmes, passando pela tua cintura fina, barriga, até encontrarem esses maravilhosos seios, onde adoro perder-me. Deitaste-te depois sobre o meu corpo, enquanto esfregavas o teu clitóris na minha zona púbica, eu ia fazendo movimentos de modo a conseguir penetrar em ti, e sentir o mais profundo do teu intimo, enquanto as minhas mãos massajavam agora as tuas nádegas, e puxava-te contra mim, enquanto as nossas bocas se uniam e as nossas línguas se entrelaçavam, misturando a nossa saliva num beijo molhado.
Como tu gostas desta posição... o ritmo foi aumentando, o teu roçar tornou-se mais impetuoso, e as minhas investidas mais vigorosas, os movimentos começaram a ficar descontrolados, e os nossos corpos estavam agora suados, e recebiam aquela brisa de verão, criando um misto de frio e quente. E foi assim que explodimos os dois num orgasmo louco, e eu senti aquela sensação dos musculos do teu sexo a apertarem o meu, como se quisessem aprisioná-lo para sempre. Depois deixaste-te ficar assim, deitada sobre mim, enquanto eu te acariciava as costas, o cabelo, e sentia o meu sexo a desfalecer dentro do teu corpo inundado com o meu sumo. Ficámos assim alguns minutos, até que o som de um carro que se aproximava na estrada, a alguns metros de nós, nos retirou daquela letargia deliciosa.
Depois... bem depois foi o regressar, um pouco dorido, pois a esteira não protegia das irregularidades do terreno, concerteza que as pedras ficaram todas marcadinhas nas minhas costas.
Ainda hoje, quando passo naquela estrada, olho aquela azinheira, e recordo aquela noite.

Mar

(foto de autor desconhecido, retirada da net)

Apresentação

Esta foi uma ideia que me ocorreu há já algum tempo, e que agora vamos tentar pôr em pé, e eu sei que nisso és tu muito boa, a pôr-me em pé ;-)

Aqui iremos colocar as nossas experiências, as nossas fantasias, iremos brincar entre nós e com quem tiver pachorra de nos ler, criar jogos de sensualidade e intimidade... enfim... tentar criar um espaço onde a imaginação se pode cruzar com a realidade, sempre cheia de exotismo, sensualidade e glamour.

Pronto. Ok.... Nem sempre. Também aqui poderão surgir assuntos mais "banais". Será aquilo que nos apetecer...

O objectivo é daqui a dois meses, no máximo, termos um contrato milionário assinado com uma editora. No mínimo... :-)


Mar