EM MANUTENÇÃO

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

De regresso


Olá amigos e amigas.
Voltámos.
A ver vamos, se haverá disponibilidade, inspiração, vontade, enfim... tudo o que é preciso para que se faça um blog.
Para já começámos por mudar as vistas cá do sitio... esperamos que gostem, e que digam de sua justiça...
Para esta nova etapa, pedimos ajuda aos leitores, e como, perguntam vocês?
Bem, pensamos que vocês também poderiam participar, dando ideias, sugestões, qualquer coisa. Nós compensa-mo-vos, começando por pôr aqui uma foto da Terra, na água, e de outras formas que possam surgir.
Cá vos esperamos... Esperamos que muitas vezes.
Beijos

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Do Pesadelo ao Sonho

Começo este relato por dizer que nem tudo o que parece é. Muitas vezes somos enganados pelas aparências, e eu bem posso dizê-lo, pois vivi um episódio estranho, que começou por ser muito desagradável, e que se veio a revelar uma experiência inesquecível.
O meu marido, que tem tido algum sucesso na sua vida, tornou-se um alvo perfeito para vigaristas e todo o tipo de gente mal intencionada e que adora o lucro fácil.
Numa tarde como tantas outras, em que vamos dar uma volta pela praia, fomos abordados por dois homens, que usando de alguma violência intimidatória nos "convidaram" a segui-los. O pior é que fomos raptados como viemos ao mundo, pois como somos praticantes de nudismo, e quando temos oportunidade gostamos de passar os fins de tarde a passear numa praia isolada que não fica muito longe da nossa casa, e onde é hábito encontrarem-se outras pessoas a desfrutar desse prazer tão mal compreendido, a sensação do vento a bater na pele nua, e a sensação de liberdade que a ausência de roupas nos proporciona. Claro que aproveitamos a situação para uma carícias, e por vezes, quando não há ninguém em redor, mais qualquer coisita...
Mas não foi o caso, e eu fiquei bastante embaraçada, e fazia o que podia para me tapar, até porque vi perfeitamente o olhar guloso que eles me lançaram, percorrendo o meu corpo de alto a baixo. Estranhamente, aqueles olhares excitaram-me. Fizeram-nos entrar no carro deles, e levaram-nos para uma quinta isolada, onde fomos recebidos por uma mulher que deveria estar na casa dos quarenta, bronzeada, e com uma fisionomia que faria inveja a muitas meninas de 18 anos. Usava uns calções curtos que desenhavam as linhas do seu rabo. Reparei no olhar do meu marido, que nem tentou disfarçar. Ela também percebeu, pois sorriu matreiramente. Fomos despejados numa sala, e foi-nos dito que tínhamos sido raptados, que iriam pedir um resgate, e que tínhamos de nos manter calminhos, que nada nos aconteceria de mal. Sentá-mo-nos num sofá, e eu fiquei muito juntinho do meu marido. Em fronte a nós ficou a a mulher, que se sentou numa cadeira, cruzando as pernas, mostrando umas coxas muito bem delineadas, e embora eu estivesse cheia de medo, dei por mim a observá-la. Ela estava a ler uns papeis mas adivinhou os nossos olhares, e reparou nos bicos rijos das minhas mamas, assim como na erecção que o meu marido tentava esconder.
Com aquele sorriso trocista perguntou-me se tinha frio e queria que ela me aquecesse. Fiquei muito corada por ter sido apanhada em flagrante, mas ao mesmo tempo dei por mim a desejar que ela me acariciasse, e vice-versa. O assunto já tinha sido falado com o meu marido, e embora ambos quiséssemos, ainda não tínhamos tido coragem de seguir em frente com aquelas fantasias. Deixem que vos diga que a mistura de emoções era explosiva. O desejo misturado com o medo da situação em que nos encontrávamos fez o resto. Olhei para o meu marido e não foi preciso dizer nada. Ele percebeu o que se passava, e acenou com a cabeça. Devo dizer que o mais difícil foi dizer aquelas palavras - "Sim, tenho frio, vem aquecer-me."
Ela sorriu e não se fez rogada. Avançou na minha direcção, tirando as poucas roupas que lhe cobriam o corpo. Tal como eu suspeitava, o seu corpo era perfeito, firme, com seios grandes e apetitosos. Baixou-se à minha frente e pegando na nos meus seios, começou a chupar-me os mamilos. Foi como um choque eléctrico, que acendeu o forno entre as minhas pernas. Mas ainda era o principio, eu não estava preparada para o resto.
Suavemente, foi percorrendo o meu corpo, beijando-me delicadamente, como só as mulheres sabem. Fechei os olhos e por momentos perdi a noção da situação em que estava. Olhei para o meu marido, e percebi que ele estava deliciado com a observação. Eu sabia como ele gostava de me ver com outra mulher.
Ela então fez-lhe sinal para que se juntasse a nós. Mais uma vez fechei os olhos e comecei a desfrutar daquelas mãos que me percorriam, daquelas línguas que me lambiam, daqueles lábios que me beijavam. Ao reabrir os olhos foi quando reparei que havia um novo elemento que se tinha juntado à festa. Era um dos tipos que nos tinha abordado na praia. Foi então que me vi com dois membros nas mãos, enquanto ela me chupava e lambia o clitóris. Comecei a chupá-los alternadamente. Ela enfiava os dedos em mim enquanto a sua língua me devorava, até eu explodir num intenso orgasmo, que me fez agarrar aqueles paus com toda a força que tinha, e enfiar os dois ao mesmo tempo na boca, como podia. Agora também tinha vontade de a provar a ela, e trocámos de posição, afundando-me no meio das suas pernas, e deliciando-me com aquela ratinha que já estava bem encharcada. Não descansei até sentir o seu corpo arquear-se e ela gemeu roucamente, urrando de prazer. Que delicia.
Eles não estavam parados, e foi então que sem saber bem como, senti um pau rijo que me pressionava por trás, forçando a entrada em mim, o que não foi preciso muito, pois também eu estava bem molhada... Só custou mais porque ele era sem dúvida grande. Eu ainda não tinha tido um pau daqueles a penetrar-me. Eu já tinha reparado no seu tamanho quando o tive na mão e o abocanhei, mas agora... agora era diferente. Ele preenchia-me completamente. Eu estava de quatro, a ser penetrada pelo meu raptor, e... estava deliciada.
O meu marido também estava entretido com aquela mulher, que de quatro o recebia dentro dela. Era uma sensação espectacular, a de ver o meu marido com aquela mulher, enquanto era comida por aquele desconhecido.
Mas não se ficaram por ali, e o meu raptor deitou-se e mandou-me sentar em cima dele. Eu enfiei aquela verga na minha coninha que agora já o recebia com muita mais facilidade. Ele agarrou-me e eu fiquei deitado em cima dele, enquanto ele me comia devagar. Foi então que senti um ligeiro toque no meu rabo. Uma língua passeava-se delicadamente por ele. Era ela que me agarrou nas nádegas, e afastando-as ainda mais me lambia, e por vezes me penetrava no ânus com a sua língua, enquanto o meu marido montava por trás.
Foi então que o meu raptor resolveu proporcionar-me uma foda inesquecível, e disse ao meu marido para a deixar a ela, e dedicar-se também a mim. De inicio não entendi bem o que ele queria dizer com aquilo, mas depressa descobri, pois ele ficou por trás de mim, e começou a pressionar-me entrando no meu rabo, devagar, mas sem dó. Ela dirigiu-se a mim, e acariciando-me os seios e a face, que se contorcia com aquele misto de dor e prazer. Explodi, e aí perdi um completamente a noção do tempo e do espaço, enquanto aquelas duas vergas me arrombavam, ela cuidava de mim com todo o carinho. Depois levantou-se e colou a sua ratinha à minha boca, e eu deliciei-me com o seu gosto, penetrando-a com a minha língua, até ela se vir nela. E foi assim que me vi coberta do seu liquido na minha cara, e no resto o esperma deles os dois que se vieram em mim, encharcando-me por completo.
Eu fiquei deitada no sofá, enquanto ela foi buscar uma toalhas. Depois indicou-me onde era o W.C. e levou-me as roupas.
Quando eu saí da casa de banho, já eles estavam todos vestidos e prontos, e bebiam uns copos de vinho. Todos. O meu marido inclusive. E foi ele que se dirigiu a mim, entregando-me um copo de vinho, e dizendo que esperava que eu tivesse gostado, pois aquilo não passava de uma surpresa que ele me tinha preparado.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

As lembranças são...

Como cantavam os Trovante naquele bonito poema do João Gil:
As memórias são
Como livros escondidos n
o pó
As lembranças são
Os sorrisos que queremos rever, devagar
... É de memórias e lembranças que vive esta historia. Esta história que é uma memória. Uma lembrança.
Entre as memórias, ficam vincadas lembranças que recordamos quando menos esperamos. Vêm a nós por intermédio de uma musica, de um toque, de um cheiro...
No outro dia ao entrar numa perfumaria, sobressaiu entre todos os aromas um que fez tocar as campainhas no meu cérebro. Lembrei-me de uma certa noite e do toque de seda de uma mulher. Lembrei-me nitidamente dos arrepios que me percorreram o corpo quando senti pela primeira vez as suas mãos, tocando-me suavemente. A vontade de a tocar também. Lentamente, e um pouco a medo, comecei a tocá-la também, a sentir as suas curvas... nunca pensei que pudesse sentir uma onda de desejo tão avassaladora por outra mulher.
Deixei-me levar num turbilhão de sensações, enquanto ela me tocava nos seios, e eu nos dela. Uns seios lindos, macios como seda, volumosos... que excitação.
Foi então que, sentindo-me mais ousada, comecei a lambê-la nos seios, desci a minha língua pelo seu ventre, e ela guiou-me para a sua gruta húmida e deliciosa. O seu gosto ficou-me marcado na memória. Instintivamente, eu que nunca tinha estado com uma mulher, soube o que fazer. Passei a minha língua delicadamente pelo seu clitóris, suave e ritmadamente, chupando, mordiscando ocasionalmente, ao mesmo tempo que a penetrava com os meus dedos. Mais uma surpresa... Senti que lhe estava a dar um prazer enorme, na maneira como o seu corpo se moldava a mim e me guiava, aumentando o ritmo, implorando-me entre suspiros abafados que eu lhe desse mais. Senti o seu corpo vibrar, na ponta da minha língua, ao toque dos meus dedos. Explodir em ondas de prazer, que a projectavam de encontro a mim.
Foi o cheiro do seu corpo que senti penetrar em mim. Foi aquele odor doce que me transportou de volta àqueles momentos, em que voltei a sentir o toque dos seus dedos no meu corpo, a sua língua me percorreu por inteiro, ali naquele momento fiz uma viagem no tempo. Viagem que foi interrompida pela empregada da perfumaria que me perguntou se estava tudo bem. Respondi que sim, um pouco à deriva. Disfarcei, olhei-me ao espelho e reparei que os meus olhos brilhavam. As faces estavam rubras e queimavam. Estava em chamas. E não era só a face, posso garantir.

Terra (a recordar)

(Imagens retiradas da Net)