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segunda-feira, 2 de julho de 2007

Apetece-me continuar o teu sonho

Como não quero esperar para saber, vou eu mesmo dar continuidade a esse sonho, pois quero-te toda molhada, para que depois te possa saborear... todinha...

"Enquanto ela (que vou chamar de X) te sugava e lambia o teu ávido sexo, eu e o outro elemento (ao qual vou chamar Y), percorríamos o teu corpo com leves toques, arrepiando-te a pele, e deixando os teus mamilos rijos. O teu corpo arqueava debaixo das nossas mãos, e com X no meio das tuas pernas. Ao olhar o rabo empinado de X enquanto te lambia, baixei-me e passei a língua pelos teus seios, de onde desci até encontrar a sua boca que se perdia no teu sexo. Trocámos um beijo, enrolando as nossas línguas, e foi aí que reconheci o teu sabor. Mas desta vez estava na boca de outra. Delicioso como sempre. Continuei o meu percurso descendente, e percorri-lhe as costas que ela arqueou à passagem da minha língua em transito para o rego que separava aquelas belas e firmes nádegas. Quando cheguei ao inicio do rego, ouvi um pequeno suspiro acompanhado de um arquear das suas costas, e ao olhar para cima vejo-te a deliciares-te com o pau de Y em tua boca, lambendo-o e engolindo-o até quase desaparecer nesses lábios já completamente húmidos. Espanto-me e ao mesmo tempo delicio-me com a imagem. Então continuo a minha viagem, à descoberta daquele corpo desconhecido para mim. Ao sentir a minha língua, X abre mais as suas pernas, de modo a facilitar a minha exploração, e eu passo ao de leve pelo seu botãozinho, que se contrai como uma flor que se fecha perante a presença de um corpo estranho. Continuo a dar leves toques ao redor do seu anel, e dirijo-me depois à entrada do seu ninho. Primeiro percorro-lhe os lábios com a minha língua ávida. Noto que também ela já está bem molhada. Do seu interior entreaberto brilha o seu suco, que eu lambo com avidamente. Depois encaminho a minha língua para o seu grelo, que já se encontra rijo. Chupo-o, e ela atira as suas ancas de encontro à minha boca.
Olho por baixo das pernas de X e vejo o teu sexo completamente aberto, como que pedindo para ser preenchido. Por baixo do corpo de X, estico uma mão e meto dois dedos naquela gruta encharcada, enquanto X se perde no teu grelo. Ouço-te gemer, num som abafado, e as tuas ancas começam mais uma vez num rodopio, movimentando-se descoordenadamente e atirando-se de encontro à boca de X, apertando-a com as tuas pernas. Sinto os músculos do teu sexo apertando os meus dedos como que se quisessem aprisioná-los no seu interior, e explodes em mais uma erupção vinda das profundezas do teu corpo. Como eu as Conheço.
Quando começas a acalmar, retiro devagar os meus dedos do interior do teu corpo, e meto-os depois, primeiro um, e depois outro, no sexo de X, e ela faz um movimento de encontro à minha mão, mostrando a sua gula. Não encontro qualquer resistência, pois o seu sexo está completamente inundado pelo seu sumo e pela minha saliva. Enquanto vou dando pequenas mordidas no seu seu grelo rijo, inicio um movimento de vai vem, que por vezes para no seu interior para melhor a explorar. Os movimentos do seu corpo começam a ser mais descoordenados, rebolando na minha mão, enquanto esfrega o seu grelo na minha boca. Não demorou que também ela explodisse num orgasmo intenso, apertando-me no meio das suas pernas, e esfregando o seu sexo que eu lambia descontroladamente, enquanto ela emitia gemidos abafados pelo teu sexo, onde ela se deixou ficar a saborear. Retirei os meus dedos de dentro de X encharcados pelo seu sumo misturado com o teu, e lambendo-os, retirei-me do meio de suas pernas, onde ainda se notava um pequeno tremor.
Nos vossos corpos suados notava-se agora um ligeiro reflexo acentuado pela fraca luz das velas, transmitindo uma imagem visual explendida, e onde sobressaía agora uma mistura de odores..."

Pensando melhor, vou deixar que continues a sonhar, para saber até onde a imaginação te leva, e espero ansiosamente pela continuação...

Ahh... Esta é a minha perspectiva... A tua poderá ser diferente. ;-)

Mar (a desafiar a Terra)

(Foto retirada da Net)

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Ao Luar

Para "abertura das hostilidades" vou aqui recordar um episódio que foi para mim dos mais sensuais, e ao mesmo tempo, e numa análise mais... psicológica da coisa, foi talvez um prenuncio da forma como nós viriamos a encarar a nossa relação, agora que já passámos juntos quase... 100 anos??? (he he he).
Tu já me tinhas dito que gostarias de fazer sexo ao luar, e numa noite, depois da habitual
ida ao bar para tomar café, fomos para o carro, e eu, "desapercebidamente" dirigi-me para o
campo, onde inevitavelmente terminavam grande parte das nossas noites...
Ao sairmos da cidade, reparámos que estava uma linda noite de lua cheia, e eu decidi mudar
um pouco as coisas. Ao chegar a um local para onde não era habitual irmos, parei o carro, dirigi-me à bagageira, e retirei uma esteira daquelas da praia, em palhinha. Peguei-te pela mão, e no meio de perguntas e muito espanto da tua parte, dirigimo-nos a uma azinheira que ficava algo afastada do carro. Como o local era mesmo muito perto da estrada principal, a ideia era de que se aparecesse alguém e visse o carro, não iria logo dar connosco, e daria para nós nos recompormos.
Quando te disse qual era a minha ideia, mais uma vez surgiram mil e uma perguntas, e receios: ele eram os bichos, ou os carros que passavam logo ali, de luzes acesas... enfim. Lá te convenci que de noite não se consegue ver nada para fora das estradas, e quando aos bichos... ainda hoje não sei como consegui convencer-te... Adiante.
Estendi a esteira no chão, sentámo-nos a apreciar aquela maravilhosa noite de lua cheia, em que a intensidade de luz era tal que parecia dia. Ao fundo as luzes da nossa cidade brilhavam, e os tais bichinhos da noite faziam-se ouvir por todo lado, quebrando aquele silencio, e embalando-nos na sua cantoria... Começamos a acariciar-nos, e a visão que ainda guardo é a da tua silhueta iluminada por uma luz ténue, que te dava um ar lindo. Fui-te despindo, enquanto percorria o teu corpo com os meus dedos. Tu tremias ligeiramente, talvez de frio, talvez de medo da situação... não sei... talvez de excitação. Os bicos dos teus mamilos estavam rijos, e a tua pele arrepiava ao toque dos meus dedos. Entretanto, também tu me despias até ficarmos ambos completamente nus.
Foi a primeira vez que sentimos aquela sensação, pois até aí, tinha sido sempre dentro do carro, ou em casa, e agora estavamos ali os dois, completamente nus, no meio do campo, debaixo de uma azinheira, onde poderia aparecer alguém a qualquer momento. Mas isso nem nos passava já pela cabeça, pois a excitação já tomava conta dos nossos corpos e das nossas mentes.
O teu corpo, estava quente, embora a pele estivesse arrepiada ao meu toque, deitei-me de costas, e tu sentaste-te em cima de mim, enterrando o meu sexo em ti, e eu senti cada pedacinho de ti, desse forno que me leva sempre à loucura.
Começaste com movimentos lentos, enquanto as minhas mãos iam deliniando cada curva do teu corpo, desde as nádegas roliças e firmes, passando pela tua cintura fina, barriga, até encontrarem esses maravilhosos seios, onde adoro perder-me. Deitaste-te depois sobre o meu corpo, enquanto esfregavas o teu clitóris na minha zona púbica, eu ia fazendo movimentos de modo a conseguir penetrar em ti, e sentir o mais profundo do teu intimo, enquanto as minhas mãos massajavam agora as tuas nádegas, e puxava-te contra mim, enquanto as nossas bocas se uniam e as nossas línguas se entrelaçavam, misturando a nossa saliva num beijo molhado.
Como tu gostas desta posição... o ritmo foi aumentando, o teu roçar tornou-se mais impetuoso, e as minhas investidas mais vigorosas, os movimentos começaram a ficar descontrolados, e os nossos corpos estavam agora suados, e recebiam aquela brisa de verão, criando um misto de frio e quente. E foi assim que explodimos os dois num orgasmo louco, e eu senti aquela sensação dos musculos do teu sexo a apertarem o meu, como se quisessem aprisioná-lo para sempre. Depois deixaste-te ficar assim, deitada sobre mim, enquanto eu te acariciava as costas, o cabelo, e sentia o meu sexo a desfalecer dentro do teu corpo inundado com o meu sumo. Ficámos assim alguns minutos, até que o som de um carro que se aproximava na estrada, a alguns metros de nós, nos retirou daquela letargia deliciosa.
Depois... bem depois foi o regressar, um pouco dorido, pois a esteira não protegia das irregularidades do terreno, concerteza que as pedras ficaram todas marcadinhas nas minhas costas.
Ainda hoje, quando passo naquela estrada, olho aquela azinheira, e recordo aquela noite.

Mar

(foto de autor desconhecido, retirada da net)